E aí, bonitonas??? Depois de receber mensagens de algumas de vocês amadas resolvi voltar aqui só pra dar um oizim hihi
Fiquei super sem vontade de blogar desde que cheguei aqui e não sei por que. =/ me viciei no instagram e lá posto fotinhos e mantenho contato com uma parte do mundo virtual.
Ontem fez 7 meses do meu casamento e sou cada dia mais grata por tudo que aconteceu nos últimos 3 anos. Sou muito feliz!!!
A vida aqui é tranquila. Nossa casa tá aos poucos ficando com ar de lar, aos poucos vamos ajeitando tudo como queremos. O inverno tá querendo ficar, mas a primavera tá querendo chegar e dá mais vontade de estar lá fora. Foi frio que santo Deus... muita neve. Então meio que hibernei.... e engordei um cadinho. kkkkkk mas já estou resolvendo isso. Ganhe uma bike lindinha de surpresa do hubby e quando o tempo não está congelante, vamos andar de bike pelo lago. Tenho que falar que algumas partes eu realmente "ando" a bike, pq tenho medo de cair kkkkkkkkk mas já estou melhorando. Fazia anos que não andava de bike e é demais! Também voltei a rotina da acadjimia (eca) e yoga que eu amo tanto e cuidando um pouco da alimentação. O Jay também engordou depois do casamento. Dizem que é normal e depois passa =)
Vamos ver o que de importante aconteceu nesses 7 meses...
Uma amigona veio me visitar no início de dezembro. Ficou 6 dias aqui em casa e foi muito bom tê-la aqui. Somos amigas há uns 20 anos. Ela foi à loucura nas lojas. Comprou muito =O amou tudo. Depois dela, veio minha mãe! Passou o Natal aqui com a gente e foi embora dia 30 de dezembro. Foi demais poder mostrar minha vida pra ela e a família do Jay. Assim, ela ficou bem mais tranquila. Achou o lugar que eu moro lindo e adorou tudo e todos. Aaaaaahh mããããiiiinnnn, sua linda
Meu EAD foi aprovado no início de dezembro e comecei a procurar emprego em janeiro... e até agora nada. Ugh. A minha área é super competitiva e só tem emprego na cidade (NYC). Ou seja, o mundo inteirinho quer trabalhar lá em moda. Mas logo vem. Tenho fé. Fiz uns contatos com recruiters, fui em entrevistas pra estágio (o que não quero fazer porque PELAMOR, já passou minha fase) e fui em algumas entrevistas pra umas vagas boas. Fui em uma jobfair bem famosa oferecida pelo Stylecareers.com que é uma BOSTA. Feira ridícula total. Aprendi quais empresas colocam vagas na internet à toa, porque na verdade não são vagas disponíveis... aprendi que o craigslist funciona pra emprego. Tenho um app no celular e aplico para as vagas por ali mesmo as vezes. Uma coisa que me ajudou muito a entender a fashion industry por aqui foi um cursinho que fiz na FIT - Fashion Institute of Technology. É uma escola de moda mega famosa. E fiz uma aula de continuing education com uma teacher super boa. Ela foi Technical Designer Director na Vistoria's Secret, Aeropostale e Antropology. Entendi as diferenças da industria aqui e no Brasil e refiz todo meu resumé focando nisso. Percebi que deu resultado. As pessoas conseguem ler meu resumé mais facilmente e entender o que eu fazia no Brasil. Agora, que vai torcer pra eu receber uma proposta de emprego logo põe o deeeeedo AQUI!!!! hahaha brinks. Não vejo a hora de trabalhar. Quero dinheiro, quero me sentir útil, quero usar meu cérebro novamente. Acho que todas entendem a agonia, não?
Sempre recebo elogios nas entrevistas sobre meu inglês e fico toda boba kkkkk mas as vezes, faço cada erro feio em casa e logo que percebo me mato de rir com o marido. Quero começar a escrever esses errinhos. É muito divertido!
Que mais.... hummmm.... meu AOS tá parado há 6 meses.. o que não é novidade pra ninguém que já passou ou está passando por isso. Não sei o que fazer e não sei se preciso fazer algo. Alguma dica? Devo ligar e perguntar?
Ganhei um cachorrinho de aniversário. Ele é um basset hound e é a coisa mais engraçada da vida. A pain in my ass, mas a gente ama ele. Ele é irmão do Cody (o husky que o Jay já tinha) e eles se amam. O Cody defende ele quando ele fica com medo dos outros cachorros na rua. Demais! Como nosso terreno não tem muro ou cerca, estamos pensando em colocar a tal da invisible fence pra eles poderem ficar lá fora sem coleira. O único medo é que o Cody é um husky e eles só pensam em correr. E se ele ver algo interesante fora do limite ele não vai se importar com choquinho. Então estamos em fase de pesquisa sobre isso. Não é tão caro quanto pensamos, então queremos fazer logo.
Acho que já escrevi demais. =O adoro vocês e obrigada por lembrarem de mim =)
beijãozão mwwwwwaaaaahhh
Clau
K1 & ALL THAT JAZZ
My fiancée visa journey and other similar things (maybe not that similar...)
Tuesday, April 2, 2013
Tuesday, September 18, 2012
Hello America!!!
Ontem fez 3 semanas que cheguei aqui. Nem dá pra acreditar às vezes... parece que estou de férias.
A chegada no POE (port of entry) Atlanta foi super tranquila. Quem tem visto k1 segue até o final da área de imigração e tem uns guichês com uma placa TRIPOD. Ali entregamos o passaporte e envelope lacrado. Demorou menos de 10 minutos e fui liberada depois de algumas perguntas bobas como: quem é seu noivo ( oi?!?!?!) como se conheceram, quanto cash você tem... e foi isso. Riscaram meu visto CWOP (cancelled without prejudice) por ser 1 entry only. Fui pra minha conexão e depois de 2,5 hs cheguei no La Guardia, NY. Meu amoreko lindo tava me esperando e nem parecia que não nos viamos há 5 meses. Meant to be. Felicidade incrível. Pegamos minhas malas e fomos pra nossa casa. Eu só tinha visto a casa por fotos. Participei da decisão da compra, mas nunca tinha visto pessoalmente. E chorei quando vi, por ser um lugar tão lindo. Tinha um laço vermelho na porta pra mim =) Ele fez um monte de surpresinhas e me ajudou muito a me sentir confortável e em casa.
A primeira semana foi mega correria. Tínhamos que comprar várias coisas pra casa que eram essenciais, como talheres, toalha de banho, pratos... passou voando. Cheguei na segunda e no sábado casamos. Dia 1 de setembro às 11am. Um juiz de paz veio até nossa casa e casamos de frente pro lago, no nosso backyard. Só convidamos um casal de amigos dele que eu já conhecia, a mãe dele, e um casal de tios que eu também já conhecia. Foi tudo bem simples, mas era isso que eu queria. O bouquet fui eu fiz. Escolhi as flores e montei. A tiara comprei online na Etsy, vestido comprei aqui quando cheguei.
Tenho que admitir que até o dia do casamento eu estava super tranquila e no dia fiquei um pouco nervosa. Comecei a pensar demais na palavra "casamento"e ela cresceu mais do que necessário na minha cabeça. Mas logo passou. Conversamos muito na noite anterior, conversei com uma amiga e a doideira passou kkkkk. Ainda ontem eu e ele estávamos conversando sobre como somos abençoados de termos encontrado um ao outro. É incrível estar casada com a pessoa certa. Demais. Não queria outro marido nunca.
Na semana do casamento o Jay voltou a trabalhar e eu fiquei sozinha. Eu tenho carro aqui e trouxe o International Permit que me permite dirigir com a carteira de habilitação brasileira enquanto não sou residente permanente. Vou tentar tirar o learner permit semana que vem, assim que meu social security card chegar com meu nome de casada (eu já tinha um da época que fui au pair). O Jay comprou um GPS pra mim e vou por tudo sozinha. É ótimo!
Nos matriculamos na academia que é 3 minutos da nossa casa. Vou nas aulas de yoga, mas tenho que ir com mais frequência. Às vezes não tenho muito ânimo. O Jay vai todo dia. É bem chato ficar em casa sozinha, não poder trabalhar, não ter amigos perto, mas sei que é temporário e que aos poucos as coisas vão se ajeitando. Ainda temos que comprar muitas coisas pra casa, mas como não estou trabalhando, vai ser bem aos poucos, porque preciso controlar o dinheiro.
Nos divertimos muito juntos e sou muito grata por tudo que acontece na minha vida. Até agora não me senti triste por saudades de casa. Só chorei algumas vezes por saudade da minha Dora gorducha, porque ela não sabe se comunicar pela internet, infelizmente kkkkk Falo sempre com a minha mãe e com minhas amigas pela telefone, email... mas a Dora não sabe usar o skype, então fico triste =P esses dias a mão colocou ela na frente do computador e ele me ouvia, mas não entendia o que tava acontecendo, ela não sabe ver na tela do computer, nem tv ela sabe. =S
O que mais... ah, recebi um livro de presente da Tacia e fiquei super feliz por ter uma amiga virtual como ela. Não vejo a hora de a conhecer pessoalmente, porque ela é incrível.
Conheci a Paola e a Ana Monique pessoalmente =D Passamos o dia em NYC e foi bem legal. As duas são muito, muito queridas. Como moramos relativamente perto, podemos nos ver com mais frequência.
Segue umas fotinhos e logo volto contando algumas curiosidades da vida americana.
xoxo
Clau
All you need is love
Sep 1st, 2012
Friday, August 24, 2012
Time to say goodbye Brazil and Hello America
Chegou a hora. Depois de quase 5 meses depois da bendita entrevista do visto e o mesmo tempo longe do meu gorducho...domingo embarco para a minha nova vida nos EUA. É muito estranha a sensação. Não sei se tô triste, feliz, nervosa, com medo, com coragem, não sei. Eu tava até bem feliz, mas o pai do Jay vai ter que passar por um cirurgia de amputação provavelmente amanhã, que não era esperada. Então os ânimos abalaram um pouco. O jay não vê a hora de eu chegar, mas tá bem triste em relação ao pai. A mãe dele me mandou um email bem fofo, dizendo pra não deixar isso estragar esse começo de vida juntos, que vai dar tudo certo e o pai dele está aceitando as consequências de não ter se cuidado a vida inteira. Disse que o Jay, apesar de tudo que está acontecendo, não vê a hora da minha chegada e está preparando tudo pra me receber bem e tá cheio de surpresinhas e que ele me ama muito e que ela também vai me ajudar a passar da melhor forma possível pela adaptação. :)
Os pais deles são separados, então ainda não sabemos como vai ficar os cuidados pós-operatórios. Provavelmente vamos ter que ajudar na medida do possível. Não tem nada certo ainda, então não quero me preocupar com isso agora. Só sinto muito por ele, porque vai fazer 70 anos ano que vem e vai passar por um bom período de recuperação. Segundo o Jay, ele está até bem, por enquanto. Não se revoltou e não ficou deprimido. Só sente pelo ponto que chegou.
Vou acabar de arrumar as malas agora e tudo que tinha que deixar resolvido no Brasil eu deixei. Não ficou nada pendente, graças a Deus. Fechei contas, cancelei celular, cartões, fiz carteira internacional de habilitação pra usar nos primeiros dias e mais milhares de coisinhas pequenas. O que tá pegando mais acho que é ter que acostumar com o dia-a-dia novo. Cama nova, quarto novo, rotina... essa noite fui dormir na casa dos meus tios pra cuidar dos meus priminhos e dormi super mal... cama diferente, muito barulho e eu durmo todo dia com a ventilação do ar condicionado ligada porque eu gosto do barulhinho e abafa os barulhos externos e agora não vou mais ter. Falei pra minha mãe que vou comprar um mini ventilador só pra ligar a noite do meu lado na cama hehehe aiiiinnn =/ Tô até achando que vou levar um travesseiro meu se der. Doida, né?
Bom, muitas despedidas de amigos e familiares, mas mais difícil vai ser no domingo que vou deixar minha cachorrinha e minha mãe. Faz parte da vida. A saudade vai ser companheira constante e vou aprender a lidar com isso novamente. Como vocês dizem, o skype é demais e facilita muito a comunicação :)
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| Mãe - Dora - eu |
Beijo, gurias! Venho contar como foi POE em Atlanta na segunda pela manhã.
P.S. Ai gente, esse blog tá muito sobre minha vida, mas é o que rola no momento ( é o que tem pra hoje, aloka). Sorry... espero poder começar a falar sobre coisas diferentes e mais interessantes no futuro próximo.
xoxo
Clau
Wednesday, August 8, 2012
Connecting the dots
Como estou de férias e estou a menos de um mês de mudar meu estado civil, eu tenho refletido muito sobre as coisas que aconteceram na minha vida que me levaram a chegar até aqui. Desde pequena eu gostava de inglês, porque meu pai é apaixonado por música e ele ouvia Pink Floyd, George Michael, entre outros e eu queria entender o que as músicas diziam. Quando eu tinha uns 14 anos comecei a estudar inglês em uma escola de idiomas da minha cidade e evoluí muito rápido por causa do meu interesse. E com isso, veio a vontade incessante de morar em outro país.
Eu tinha adoração por outras culturas, outros idiomas e queria saber como era vivenciar isso tudo. E eu sempre quis ficar pelo menos 6 meses fora, pra poder aprender bastante coisa. Como nunca pude por questões financeiras... eu esperei e fui estudando. Aos 17 anos comecei a dar aula de inglês numa escola pública a noite e depois fui contratada pra dar aula no CNA da minha cidade. Eu ensinava só os níveis básico e intermediário, mas pra mim já estava ótimo. A vontade de morar em outro país só aumentava. Era tudo que eu mais queria. Eu tinha um namorado e estávamos juntos há 3 anos mais ou menos quando eu pude, finalmente ir embora. Descobri o programa de intercâmbio Au Pair que era barato e eu estaria segura na casa de uma família e conseguiria me manter com o salário sem precisar que minha mãe me mandasse dinheiro. Então eu fui em 2003.
Deixei o namorado, a mãe e fui. Mas eu sabia que ia voltar e eu tinha 20 anos... então a ida foi bem fácil. Tudo era novo, era um sonho sendo realizado... mas... a adaptação foi horrível!!! Chorei 3 meses todos os dias, vim pro Brasil quando tive férias, porque eu só pensava em vir embora... e a minha mãe sempre dizia: "tu foi pra ficar um ano, então tu vai ficar um ano". Ela sabia o quão importante era essa experiência pra mim. Quando voltei das férias pros EUA eu comecei a me adaptar bem melhor no país e não queria mais ir embora pro Brasil. Acabei ficando 2 anos lá no total. Eu voltei dos EUA porque tava sem visto e minha mãe precisava de ajuda na empresa, mas nunca me adaptei bem de novo aqui.
Quando voltei o meu namorado queria continuar o namoro e eu não quis. Ficamos 3 anos separados e voltamos. Chegou um momento em que eu queria dar um rumo pro relacionamento, queria casar, sei lá... então fui morar junto com ele em outra cidade... em 5 meses nós terminamos o relacionamento. O fato é que já não éramos felizes desde que voltamos. Acho que nunca fomos felizes de verdade juntos. Não sei o que acontece... A gente se dava bem, mas eu sempre tinha um pé atrás e ele também. E eu comecei a pensar de novo em sair do país. Sempre foi meu plano B na verdade. Sempre pensei em ir embora de novo. Quando eu percebi que as coisas não iam mais pra frente entre nós dois, eu fui procurar ajuda. Comecei a fazer yoga e a professora foi de extrema importância pra mim naquela fase. Ela me guiou, me ouviu, me ajudou, me instruiu. Deus sempre coloca umas pessoas no nosso caminho pra gente aprender alguma coisa importante, né?
Eu fiquei arrasada com o término de namoro. Voltei pra minha cidade e comecei a me aprofundar um pouquinho mais nos ensinamentos na minha professora de yoga. Foi aí que encontrei o trabalho de Deepak Chopra e comecei a ver o mundo com outros olhos. Comecei minha busca de equilíbrio e minha espiritualidade começou a aflorar.
Comecei a descrever em pensamento e oração as características do homem que eu queria pra casar e formar minha família. Um mês depois do término de namoro, eu conheci o Jay. Estava de férias em casa antes do Natal e me lembrei de uns sites que eu sempre ouvia falar nos EUA de relacionamento e decidi me inscrever pra rir um pouco e passar o tempo. Eu não estava procurando conhecer ninguém de verdade, só queria me divertir. Tem cada figura! kkkk Aconteceu que no primeiro dia eu recebi um email do Jay. Ele tinha entrado a pouco tempo no site e decidiu tomar coragem e me escrever. E depois disso, nos falamos todos os dias e o resto a maioria já sabe como foi... Outra curiosidade é que a primeira vez que encontrei o Jay pessoalmente foi com ajuda de uma amiga que eu fiz quando fui au pair.
O que quero dizer é que tudo está conectado. Tudo acaba se encaixando, mesmo que às vezes não pareça ser do jeito como a gente queria que fosse. Hoje, eu acredito no poder do pensamento, do querer as coisas com o coração, o poder do universo e o poder de Deus. Acredito nisso tudo, porque é só olhar pra trás na minha vida que é muito claro como tudo aconteceu, apesar de momentos muito difícies em que eu quis desistir.
Vou compartilhar esse vídeio com vocês. Já aviso que é mais longo que meu texto kkkkkk. Quem tiver interesse tem que ter tempo pra assistir, mas o assunto é demais. Vale muito, muito a pena. Segue link, porque não dá pra carregar aqui gente. E desculpem, mas não tem com legenda em português =/
Os primeiros 15 minutos mais ou menos são só introdução sobre o assunto. Mais uma vez, eu garanto que vale muito a pena assistir ,)
Os primeiros 15 minutos mais ou menos são só introdução sobre o assunto. Mais uma vez, eu garanto que vale muito a pena assistir ,)
Um beijo e fiquem com Deus
xoxo
clau
Sunday, August 5, 2012
This is harder than I thought
O dia de ir embora do Brasil está chegando. Desde que parei de trabalhar, me mantive ocupada, organizando milhares de coisas para poder viajar sem deixar nada pendente. Fiz um bazar para vender algumas roupas e coisas minhas (o que foi muito legal! consegui vender muita coisa e ainda sobrou bastante coisa legal, então doei.) Até então minha mãe estava levando tudo até que numa boa, porque estávamos ocupadas, mas agora ela tá ficando bem pra baixo. Ela está com alguns probleminhas na empresa dela e acho que tudo ajuda pra deixar ela triste. Sou filha única de pais separados. É só ela, eu e minha cachorra em casa... então é realmente bem difícil. Não que não seja pra todos, mas eu até pensei que ela se seguraria melhor. Esses dias assisti o filme "Quando Nietzsche Chorou" e achei uma parte do filme bem interessante. Não lembro direito, mas era alguém que tinha perdido o pai cedo e tinha reagido de certa forma em relação a vida por causa da perda e Nietzche disse algo como: é, mas muitos perdem os pais.... querendo dizer que várias pessoas passam pela mesma situação, mas algumas conseguem "digerir" os acontecimentos de uma forma mais amena, menos triste.
Acho um assunto a se pensar. Porque, se formos analisar, as pessoas passam por situações muito similares pela vida. Minha mãe sempre foi muito forte. Me criou sozinha desde os 4 anos, passou por poucas e boas por ter uns membros familiares com espírito de porco. Só que acho que ela tá um pouco cansada de passar por perrengue e agora, vai ficar sozinha. Eu queria poder ajudar, mas é muito difícil, porque chegou a minha hora de começar a minha vida, fazer a minha família e eu não posso deixar de ir. Me sinto culpada, mas ao mesmo tempo sei que não deveria. Eu tenho muita fé e acredito que tudo vai ficar bem. Eu queria que ela também tivesse essa fé. Temos que agradecer por ela ter conseguido o visto e vai me visitar no fim do ano. Isso já é uma benção e tanto!
Por fim, deixo a pergunta: Como os pais de vocês lidaram/ estão lidando com a mudança de país e distância das filhotas?
E também quero compartilhar esse texto que peguei do site do Deepak Chopra, que é um autor que eu adoro e sigo:
A self-aware approach to life would include the following prescriptions, which were drawn up by Dr. Rudy Tanzi and myself when we co-wrote a forthcoming book, Super Brain:
- Be passionate about your life and the experiences you fill it with.
- Remain open to as much input as possible.
- Don’t shut down the feedback loop with judgment, rigid beliefs, and prejudices.
- Don’t censor incoming data through denial.
- Examine other points of view as if they were your own.
- Take possession of everything in your life. Be self-sufficient.
- Work on psychological blocks like shame and guilt – they falsely color your reality.
- Free yourself emotionally – to be emotionally resilient is the best defense against growing rigid.
- Harbor no secrets – they create dark places in the psyche.
- Be willing to redefine yourself every day.
- Don’t regret the past or fear the future. Both bring misery through self-doubt.
xoxo
clau
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